Fernando Paes
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09
Mar/10
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Grids para websites – Case BBC.co.uk

Ultimamente tenho pesquisado bastante sobre grids para internet e tenho descoberto muitas “magavilhas”.

Vamos começar com um artigo que circulou pelos sites e redes sociais semana passada. O post trata sobre o redesenho do site da BBC e divulga superficialmente como foi este processo e como o grid do portal foi criado. E como é óbvio, nada foi por acaso. Tudo foi milimetricamente estudado e analisado.

Antes de iniciar o projeto, eles tinham em mente que o novo site deveria ser flexível, tornando seu layout dinâmico e que pudesse ser adaptado em todas as páginas internas e hotsites.

O desenvolvimento do grid começou partindo de medidas dos banners publicitários que fariam parte do novo layout. Após muitos calculos, chegaram à divisão de colunas mínimas. Cada uma medindo 16 pixels. Colocadas uma ao lado da outra, ocupariam o espaço inteiro disponível no navegador.

Abaixo é possível perceber como este grid de colunas funciona na home.

Note como o sistema primário de colunas dá lugar à colunas maiores. A definição do tamanho das imagens, posição dos textos e mais variáveis foram todos baseados neste sistema de grid.

Leia o restante do post aqui »

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04
Mar/10
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RGB e CMYK. O que são e quando usá-los?

Obs: este post já havia sido postado aqui há alguns anos, ele foi reeditado e completado com algumas informações. Aproveitem!

Sua cabeça dói só de pensar em RGB e CMYK? São siglas em grego pra você? Seus problemas acabaram, chegou o super-hyper-mega-blaster “manuel” sobre o assunto:

Tentarei ser o mais didático possível ok?

RGB e CMYK são siglas que representam espaços de cores. ÓÓÓÓÓÓÓ…

E o pentelho lá do fundo pergunta:

- Tio, tio… cores? Mas que cores? Tipo as cores do arco-íris?

Sim e não. Na verdade RGB são apenas 3 cores enquanto o CMYK são 4 cores. As 3 cores do RGB juntas podem gerar milhoes de outras cores secundárias, o mesmo acontece se misturarmos as 4 cores do CMYK.

E a menininha com a chupeta na boca pergunta:

- Xup Xup Xup Xup? (legenda: Mas por que existem esses dois tipos de cores?)

Para complicar nossa vida ;D. Mas é simples saber a diferença e quando utilizar cada um dos tipos de cores.

Vamos entender melhor cada uma dos dois tipos.

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Categorias: Design, Dicas, Publicidade

02
Mar/10
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Corretores ortográficos para o português-br

Segundo dados estatísticos de 2008, Portugal tinha aproximadamente 10 milhões de habitantes enquanto o Brasil, segundo o IBGE está com 192 milhões.

Em agosto de 2009 haviam 44 milhões de pessoas acessando a internet no Brasil, ou seja, 4.4 vezes mais toda a população de portugal.

Segundo uma pesquisa do Ibope de 2009 o brasileiro gasta, em média, 66 horas navegando na internet.

E mesmo com todos esses números, em diversos dicionários e corretores ortográficos disponíveis nos serviços da internet, quase todos levam em consideração o português de Portugal. Por que raios isto?

É revoltante ver o próprio Google oferecendo um dicionário ruim pacas no Google Docs.

Note que na imagem ao lado a palavra efetividade está sendo corrigida como “efectividade” e que o “ç” e “õ” nem estão sendo identificados na palavra “atualizações”.

Isto lá é corretor ortográfico? Pesquisando pelo Google Docs descobri que o modo de corretor ortográfico lhe permite alterar o idioma. O meu estava em “automático”. Para alterar vá em “Ferramentas – > Selecionar Idioma (para correção) e escolha Português (Brasil)”.

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25
Feb/10
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SEO – Otimizando sites para os sistemas de buscas

Recentemente no post “O início… começando pelas buscas” falei sobre e como funciona os sistemas de buscas e como estes sites lucram com os anúncios.

Acho que o ideal agora é apresentar como os webdesigners desenvolvem sites de forma a torná-los mais acessíveis aos robôs dos sistemas de buscas.

Esse trabalho é atualmente conhecido como SEO (Search Engine Optimization) ou em tradução literal, Otimização para Sistemas de Buscas.

SEO é um conjunto de ferramentas, estruturas e formatos que ajudaram um site ser bem sucedido ou um grande fracasso na internet.

E quando falamos de sucesso e fracasso é bom deixar claro que nada é exato neste universo, existem zilhões de variações que podem definir um sucesso ou um fracasso.

Uma dessas variações é o SEO, é extremamente importante e pode ser um grande aliado na conquista de novos clientes.

Tal trabalho de implementação e administração de SEO não é tão simples, afinal de contas, se fosse, não havia tantos livros nem empresas especializadas e muito menos cursos específico em SEO.

É compreensí­vel a importância do SEO uma vez que, os sites de buscas são formas eficazes de atrair visitas/clientes para o site da empresa. O meu site por exemplo, recebe aproximadamente 57% das visitas provenientes de sistemas de buscas, e isto apenas utilizando o SEO.

A otimização e implementação do SEO deve começar logo no início da estruturação do site para apresentar resultados mais satisfatórios. Ainda no seu desenvolvimento primário do site, durante e após o término do processo esse cuidado é fundamental também. Durante o dia a dia de uso do site e nas atualizações dos conteúdos, esse trabalho deverá ser mantido e aprimorado ou, logo logo, a efetividade das ferramentas implementadas irão perder força e seu site não será tão visto nos resultados das buscas.

Então vamos lá. Para começar, a estrutura principal do site deve ser coerente, fornecer rapidamente acesso aos usuários a todos os conteúdos do site e em no máximo 3 cliques.

Aqui abro um parênteses. Muito do sucesso das ferramentas SEO irá depender da navegabilidade e usabilidadede do site. Sobre estes dois assuntos importantes irei falar posteriormente em outro post. Portanto fiquem espertos. Fecha parênteses.

Outra importante decisão a ser tomada logo no início é não fazer sites 100% em Flash ou em Silverlight. Isto é uma decisão óbvia, já que nenhum sistema de indexação de sites consegue “ler” dentro destes arquivos. Use estas tecnologias apenas para alguns efeitinhos ou animações, para o restante o bom e velho modo de texto é a melhor solução.

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23
Feb/10
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SecondLife – Fiasco econômico?

Lançado em 2003 pela Linden Lab, o SecondLife se tornou rapidamente febre e atraiu a atenção de muita gente e, consequentemente, grandes empresas acabaram investindo muito dinheiro dentro desta realidade virtual.

Em 2007 foi lançado a versão tupiniquim do SecondLife. Licenciada pela Kaizen Games em parceria com o iG, a Mainland Brasil tinha como objetivo crescer pelo Brasil afora e pegar carona no sucesso mundial. As vantagens de se utilizar o SecondLife brasileiro era a facilidade em comprar Lindens, a moeda virtual do jogo.

Três anos se passaram. O contrato da Kaizen com a Linden Lab expirou-se. As fofocas indicam que a Kaizen Games faliu e a versão brasileira do mundo virtual foi ladeira abaixo em junho de 2009.

Logo que o SL chegou ao Brasil com esta versão da Kaizen, fiquei acompanhando as notícias que em sua maioria diziam que as empresas que estavam aproveitando todo o frisson para entrar nesse universo virtual. Elas compravam ilhas e tentavam vender seus produtos.

A Fiat por exemplo comprou uma ilha gigantesca lá dentro e montou um show-room com seus veículos, um museu com a história da empresa e a possibilidade de se fazer test-drives. Peralá! Test-drive virtual. Ahah. Como é possível testar um carro virtual? Eu dispenso!

A Dell, Tecnisa, Sun, Best Buy, IBM e tantas outras também ingressaram nesta febre pelo mundo todo. No começo todas se diziam extremamente felizes com os resultados e as possibilidades do jogo.

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18
Feb/10
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Os perigos dos encurtadores de URL

Anos atrás, enquanto a internet ainda engatinhava, eu já fuçava em sites e começava minhas aventurar pelo mundo de bits. Época em que para registrar um domínio .com.br era um parto, extremamente complexo e caro.

Ainda estava no colégio e sem grana para bancar uma mensalidade de um servidor de hospedagem que na época custava horrores, tinha que me contentar com servidores de hospedagens gratuitas.

Lembro muito bem já ter usado o famoso e falecido Geocities, o Terravista.pt (por muito tempo foi ótimo por não fazer uso de pop-ups com propagandas) e tantos outros que já nem existem mais.

Eram servidores que em sua maioria sempre apresentavam problemas de estabilidade, incluíam propagandas extremamente invasivas nas páginas dos sites hospedados e tinham URLs gigantescas.

Foi com uma dessas URLs gigantescas que descobri um dos primeiros encurtadores de endereços da internet, o CJB.NET.

Quem é desta época vai se lembrar. Era febre. Teve seu ápice e depois começou a sua decadência quando muitos hackers/crackers/FDPs começaram a usá-lo para implementar formas de roubos de senhas bancárias. Lembro que vi por diversas vezes endereços de bancos falsos com o domínio .CJB.NET.

O serviço era gratuito e rápido e diferentemente dos serviços de encurtadores atuais, era possível escolher o texto prefixo do domínio, ou seja, era possível alterar os enormes endereços dos sites para algo do tipo www.MEUNOME.cjb.net. Uau! E isto há pelo menos 10 anos – primeiro registro que encontrei hoje sobre o serviço é datado de 1998, quando o domínio foi registrado pelo atual proprietário.

Este serviço ainda é possível de ser feito através do site.

Bom, estou relembrando tudo isto para chegar em um ponto: o perígo oferecido por esses encurtadores de URLs.

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